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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Cuculiformes
Família: Cuculidae
 Leach, 1820
Subfamília: Taperinae
 Verheyen, 1956
Espécie: D. pavoninus

Nome Científico

Dromococcyx pavoninus
Pelzeln, 1870

Nome em Inglês

Pavonine Cuckoo


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Peixe-frito-pavonino

O peixe-frito-pavonino é uma ave cuculiforme da família Cuculidae.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (grego) dromas = corredor; e kokkux = cuco; e do (latim) pavoninus = como um pavão. ⇒ Cuco corredor parecido com um pavão.

Características

Mede entre 27 e 30,5 centímetros de comprimento e pesa entre 40,5 e 54 gramas (del Hoyo; et al., 2016).
Vocaliza durante o dia e até de noite, em sequências mais longas que as do saci, em quatro a cinco sílabas de “u i uu” ou “u-í u-ii”.

Subespécies

Espécie monotípica (não são reconhecidas subespécies).
(IOC World Bird List 2017; Aves Brasil CBRO 2015).

Alimentação

Usa a cauda e as asas para forragear nas folhas caídas no chão, com isso ele conseguia o seu alimento, formado de pequenos insetos, larvas e minhocas.

Reprodução

Seus hábitos reprodutivos são parasitários. Parasita principalmente os ninhos fechados em forma de bolsa pendular de pequenos tiranídeos dos gêneros Todirostrum, Myiornis e Hemitriccus e de pequenos thamnophilídeos que constroem ninhos abertos, como a choquinha-lisa.

Hábitos

Habita em orlas de matas primárias, matas secundárias e em bordas de matas secas. A espécie é intolerante a fragmentação florestal. Salienta-se que como a densidade dessa espécie é naturalmente baixa, num ambiente fragmentado isso pode aumentar ainda mais sua possibilidade de extinção local.

Distribuição Geográfica

Segundo Sick (Ornitologia Brasileira, 1997) a espécie ocorre na região setentrional da América do Sul, em sentido meridional até o Paraguai e Argentina. No Brasil é encontrado na Amazônia, Mato Grosso, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. Não é incomum no Paraná (Scherer-Neto e Straube, 1995). A espécie foi registrada no Rio Grande do Sul pela primeira vez apenas na década passada (Albuquerque, 1996). Em SC ocorreu registro da especie em 2010;

Referências

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